quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

E sem nenhum truvejo chegamos em 2026!

 Chegou o.ano novo!

E nós, já não tão novos assim, chegamos juntos!

Fomos para a Praça da Liberdade empilhada de gente  feliz  e ansiosa â espera das luzes da virada.

Ficamos no coreto da praça assistindo a tudo de camarote, tentamos chegar perto do palco, como era impossível, voltamos pro coreto.

Tomamos uns vinhos, fotografamos,  filmamos pra ficar na memória e na história...

E meia-noite, depois da chuva de fogos de artifício, chegou o.grsnde momento! A multidao,  de olhos e celulares pra cima, festejava.e gritava a cada formação dos drones, primeiro o.mapa de Minas,  depois o Mineirão, a Igrejinha da Pampulha, o queijo, o pão de queijo, pensou que ia faltar? Seguido por um cafezin e o trem, escrito Trem bão. Aí, não teve pra ninguém, foi ver o tênis e o violão para lembrar o Lô Borges, que a gratidao e emoçao tomaram conta!

Depois de uma nova tentativa de chegar perto do Bikini Cavadão, que fechava o show da noite, caçamos o caminho de casa...

Aí fui lembrar de um dos últimos Reveillon que passamos na Praça... Chegando lá, tinha um bloco  e eu comecei a dançar segui o bloco e me perdi do filho e.do marido. Ele que deveria estar comigo, ou seguindo o.bloco, não sei o que fez. Só sei que quando dispersou o bloco, os animados como  eu, fiquei só, sem celular e sem ter como achá-los no meio da multidão.

Lá pras tantas, já cansada, comecei a pedir celular emprestado sem.sucesso, Até que me encostei num casalzinho que senti que era  do interior e me ofereci pra fotografá-los com as figuras do pão de queijo, da Iigrejinha da Pampulha, atrás e assim depois de fazer o meio de campo.mineirês, consegui o celular pra ligar pra Tadeu... Ele desligou na minha cara e eu sem graça, falei que não tinha conseguido, aí o rapaz bem bonzinho falou deixa eu tentar...

O marido da senhora falou que ele já esta na Rodoviária pra ir embora. Quase engasguei! Agradeci e peguei o caminho.de casa.

Tadeu tinha bebido enquanto eu acompanhava o bloco, ficou nervoso e resolveu ir embora de mala e cuia. Quando cheguei no meu prédio, o porteiro me avisou que Tadeu tinha subido e descido.com a mala! Eu nao tinha o que fazer, pois o nervoso não atendia o telefone. Como estava largada fui comemorar minha vida de solteira,  comi, bebi e  fui.dormir.

Acordei com.ele ainda nervoso, entrando pelo quarto a dentro, ao meio-dia, dizendo que só não sumiu  no mundo porque não achou passagem para Guarapari. E assim uns dois dias depois, ele curou a ressaca entendeu a minha falta de culpa  e seguimos o ano feliz como se nada tivesse acontecido!

E hoje descemos da Praça da Liberdade rindo dessa história. Depois,  vou contar pra você do Réveillon  em que quebrei a perna, pois aí, eu que tinha tomado umas pra mais e voltei de ambulância de itaobim pra BH. E também de um outro em que Tadeu bebeu tanto que começou o ano  tirando a roupa na estrada de Aracuai..

Sao 52 anos de festa, truvejo, alegria e muito amor, que é o que bem temos todo ano e o ano inteiro.

FELIZ 2026!


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