Chegou o.ano novo!
E nós, já não tão novos assim, chegamos juntos!
Fomos para a Praça da Liberdade empilhada de gente feliz e ansiosa â espera das luzes da virada.
Ficamos no coreto da praça assistindo a tudo de camarote, tentamos chegar perto do palco, como era impossível, voltamos pro coreto.
Tomamos uns vinhos, fotografamos, filmamos pra ficar na memória e na história...
E meia-noite, depois da chuva de fogos de artifício, chegou o.grsnde momento! A multidao, de olhos e celulares pra cima, festejava.e gritava a cada formação dos drones, primeiro o.mapa de Minas, depois o Mineirão, a Igrejinha da Pampulha, o queijo, o pão de queijo, pensou que ia faltar? Seguido por um cafezin e o trem, escrito Trem bão. Aí, não teve pra ninguém, foi ver o tênis e o violão para lembrar o Lô Borges, que a gratidao e emoçao tomaram conta!
Depois de uma nova tentativa de chegar perto do Bikini Cavadão, que fechava o show da noite, caçamos o caminho de casa...
Aí fui lembrar de um dos últimos Reveillon que passamos na Praça... Chegando lá, tinha um bloco e eu comecei a dançar segui o bloco e me perdi do filho e.do marido. Ele que deveria estar comigo, ou seguindo o.bloco, não sei o que fez. Só sei que quando dispersou o bloco, os animados como eu, fiquei só, sem celular e sem ter como achá-los no meio da multidão.
Lá pras tantas, já cansada, comecei a pedir celular emprestado sem.sucesso, Até que me encostei num casalzinho que senti que era do interior e me ofereci pra fotografá-los com as figuras do pão de queijo, da Iigrejinha da Pampulha, atrás e assim depois de fazer o meio de campo.mineirês, consegui o celular pra ligar pra Tadeu... Ele desligou na minha cara e eu sem graça, falei que não tinha conseguido, aí o rapaz bem bonzinho falou deixa eu tentar...
O marido da senhora falou que ele já esta na Rodoviária pra ir embora. Quase engasguei! Agradeci e peguei o caminho.de casa.
Tadeu tinha bebido enquanto eu acompanhava o bloco, ficou nervoso e resolveu ir embora de mala e cuia. Quando cheguei no meu prédio, o porteiro me avisou que Tadeu tinha subido e descido.com a mala! Eu nao tinha o que fazer, pois o nervoso não atendia o telefone. Como estava largada fui comemorar minha vida de solteira, comi, bebi e fui.dormir.
Acordei com.ele ainda nervoso, entrando pelo quarto a dentro, ao meio-dia, dizendo que só não sumiu no mundo porque não achou passagem para Guarapari. E assim uns dois dias depois, ele curou a ressaca entendeu a minha falta de culpa e seguimos o ano feliz como se nada tivesse acontecido!
E hoje descemos da Praça da Liberdade rindo dessa história. Depois, vou contar pra você do Réveillon em que quebrei a perna, pois aí, eu que tinha tomado umas pra mais e voltei de ambulância de itaobim pra BH. E também de um outro em que Tadeu bebeu tanto que começou o ano tirando a roupa na estrada de Aracuai..
Sao 52 anos de festa, truvejo, alegria e muito amor, que é o que bem temos todo ano e o ano inteiro.
FELIZ 2026!
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