sexta-feira, 8 de maio de 2015

A peleja de Marina contra a saudade de Naiara ou a favor da cachaça de salinas...

A peleja de Marina contra a saudade de Naiara ou a favor da cachaça de salinas...



Isso foi há muitos anos: - A Primeira viagem de Mara sem Naiara, sua rebenta, que pequena, ainda não podia participar das festas e festivais no Vale.
Mara encantada com a liberdade de ser plena. Mãe e mulher, novamente fazendo parte das rodas de violas e cantorias que só no Vale nos valia .
As tintas e os pinceis já faziam parte da sua empreitada, mas de uma maneira guardada protegida da vontade de se aprimorar, se mostrar e embelezar a vida com suas cores e alegria.
Salinas e sua cachaça. Salinas e sua historia. E nós lá, cheios de vida, em busca de novidades e alegria.
Aguardente e ardente, a saudade misturada e um rio seco debaixo de uma ponte.
Lembra Mara da saudade da filha ausente, a garrafa debaixo do braço periga cair, tem que segurar a garrafa, tem que segurar o coração e tem que ignorar o rio senão...
Rio sem água não afoga, saudade é coisa boa que nem incomoda, assim deixa o rio pra lá, é hora de comemorar.
Davi  chegou depois e a alegria se compôs ...
Os festins e festivais continuam nos pinceis de Marina, em suas telas, que hoje enfeitam e alegram quem as tem, quem as quer.
São traços firmes coloridos e seguros, que transformam a peleja das cores, das flores e dos cantos, no encanto de minha comadre, com seus quadros que embelezam e iluminam nosso canto.

Nenhum comentário:

Postar um comentário